Fruticultura sintrópica


De citros a mamãomaracujá a uva, o fruticultosintrópico colherá autonomia, segurança e lucratividade. 
A fruticultura nacional é um importante setor que está presente na mesa dos consumidores brasileiros, e também estrangeiros. Cada vez mais, o mercado exige padrões de sustentabilidade que vão além da preservação da natureza, mas que também a regenerem. Neste cenário, a fruticultura sintrópica atende a essa demanda do consumidor consciente, valorizando o trabalho e a inovação da mulher e do homem do campo.  

  • Sucessão de lucros de curto, médio e longo prazo.  
  • Tamponamento dos efeitos das mudanças climáticas pela construção de um microclima favorável em umidade do ar e do solo, atingindo uma produtividade igual a de cultura irrigada.  
  • Inúmeros agentes polinizadores no sistema. 
  • Reverte os efeitos, em grande escala faz chover na região. 
  • Saúde preventiva de enfoque sistêmico, melhoramento ambiental aliado ao melhoramento genético. Vamos preparar o melhor berço, o melhor solo, o melhor ambiente para sua fruta se desenvolver e expressar todo potencial genético.  
  • Transição de valor acessível para cultivo orgânico com payback antecipado, construindo in loco a independência exponencial de insumos externos. 
  • Agregação de valor para mercado internacional e doméstico exigentes. 
  • Todo ano diminui a necessidade de insumos, pois a relação é de co-construção e regeneração. Ao utilizar a tecnologia do homem a favor dos mecanismos naturais, você coloca seus recursos na engrenagem do planeta, e recebe a abundância e generosidade da natureza em forma de produtividade e rentabilidade.  
  • Inserção de biodiversidade funcional poucas vezes no sistema, pois ela se mantém no equilíbrio construído.  
  • Utilização de até 400% de uma área, otimizando o espaço, gerando muito mais renda por m3. 
  • Apenas uma espécie dando lucro por ciclo. 
  • Vulnerabilidade às mudanças climáticas como veranicos, trombas d’águas. 
  • Gasto com polinização manual. 
  • Agrava os efeitos das mudanças climáticas. 
  • Pragas, doenças, tecnologias caras e com efeito de duração curta, custos de insumos cada vez maiores, diminuindo a margem de lucro por hectare. 
  • Transição para o cultivo orgânico caro e dependência contínua de insumos externos. 
  • Acesso apenas ao mercado convencional e vulnerabilidade do produtor às relações de comércio exterior. 
  • Todo ano aumenta a necessidade de utilização de insumos, pois a relação é de supressão das forças da natureza e substituição sintética do seu papel. O único recurso que se aproveita a engrenagem natural são as sementes, que utiliza uma semente, uma muda e colhe inúmeras frutas 
  • Compra de inimigos naturais e microorganismos eficientes a cada ciclo produtivo.
  • Utilização de 100% de uma área, a renda é menor por m2. 
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